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NA IMPRENSA

O Encontro em São Paulo foi noticiado no Jornal Tribuna de Macau e o Hoje Macau, nas suas edições de 17 de Outubro de 2003.

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COMITIVA DOS EUA E CANADÁ NA CASA DE MACAU DE S. PAULO
Uma visita inédita

Significativo, memorável e inédito no Brasil. A Casa de Macau de São Paulo acolheu uma comitiva das Casas de Macau dos Estados Unidos e de Vancouver

ROGÉRIO DA LUZ

No dia 12 de Outubro de 2003, uma comitiva com 43 pessoas composta por membros do Lusitano Club de Califórnia, incluindo, os presidentes das Casas de Macau dos Estados Unidos e de Vancouver, deslocou-se a São Paulo como última etapa do seu périplo pelo Brasil. 

Foram recebidos com um coquetel na Sede da Casa de Macau de São Paulo, onde após a visita às dependências, lhe foi servido um almoço tendo como prato principal, uma típica feijoada brasileira.

Seguiu-se uma programação cultural, iniciada com um discurso de saudação do presidente da Casa de Macau de São Paulo, Gilberto Quevedo da Silva, em português e inglês, destacando a importância da realização deste tipo de encontro entre as comunidades macaenses. 

Rigoberto Rosário Jr. cantou a canção Macau de sua autoria, para emoção do público presente, seguindo-se um diálogo em português e patuá com boa dose de humor, interpretado pelo casal Mariazinha e Francisco Madeira de Carvalho. 

O coral da Casa de Macau cantou canções em português, patuá, inglês e chinês. 

Este evento teve a oportunidade de reunir seis representantes de Casas/Clube macaenses. Vieram com a comitiva, Maria Cecília Roliz em representação do Lusitano Club de Califórnia, Henrique Manhão, presidente da Casa de Macau dos Estados Unidos, Miguel Oscar Roza, presidente da Casa de Macau de Vancouver. Foi convidado para participar no evento, o presidente da Casa de Macau do Rio de Janeiro, Francisco Rodrigues. Para completar a lista, além do presidente da Casa de Macau de São Paulo, encontrava-se na festa, Fernando Airosa Branco, director financeiro da Casa de Macau de Portugal, antecipando-se à viagem que fará com a comitiva de Portugal em visita às Casas do Brasil. 

 Todos os seis dirigentes e representantes, concordaram em juntar as mãos para o pose de uma foto, muita disputada pelos fotógrafos presentes, simbolizando a necessária união e entendimento entre as comunidades macaenses do mundo.

MOMENTO A MOMENTO. Por volta das 12 horas e 45 minutos, horário brasileiro, a comitiva chegava à Casa de Macau. À entrada, recebiam crachás de identificação e em seguida eram recebidos no Salão Nobre da Sede da Casa de Macau. Como isto aqui é bonito ouviu-se comentar. Foram convidados a assinar o Livro de Visitas e conhecer as dependências, a Sala Macau e o Salão de Artes constituiram o roteiro no andar térreo. 

 Quando o clube foi fundado? Entre esta e outras perguntas, um coquetel de boas-vindas era servido no terraço da Sede. Que bebida é esta?- perguntavam para receberem a resposta é caipirinha brasileira. 

-E este? Água de côco servido directo do fruto. Experimente, é uma delícia.

Enquanto tomavam contacto com as iguarias brasileiras, contemplavam a bela paisagem da Represa de Guarapiranga, num dia que se esforçava por ser ensolarado. Davam-se muitos abraços de velhas amizades que se reviam ou outras novas que se formavam.

Depois de conhecerem outras dependências da Casa, foi hora de experimentar uma autêntica feijoada brasileira, preparada pela nossa conterrânea Fina da Silva e como sobremesa, frutas naturais do Brasil. Seguiu-se a uma programação cultural, entre discursos e troca de presentes e gentilezas, fotografias e baile para encerrar a festa.

O tempo passou rapidamente. Quando o relógio marcava 18 horas. era hora de partir para o aeroporto, encerrando assim um encontro histórico para a Casa de Macau de São Paulo. Deixava uma certeza, era preciso promover sempre este tipo de encontro, aproximam as comunidades macaenses, matam as saudades. E a Casa de Macau suspira aliviada, missão cumprida.

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Refugiado de Xangai foi campeão de boxe

Estava eu a cuidar do som da festa, quando me sussuraram ao pé do ouvido com sotaque macaense vai lá entrevistar aquele senhor, o Roliz, que foi campeão de box, pá

Não hesitei. Numa folga, munido de gravador de bolso, comecei a perguntar do tal feito que apregoam à pessoa dele.

 Num misto de português e inglês, o Sr. Roliz pôs-se a contar. Cheguei a Macau, como refugiado de Xangai, em 6 de Junho de 1949 e já no dia 12 estava na tropa. Fiquei lá somente 6 meses. 

Nascido em Xangai em 3 de Junho de 1923, o pai era natural de Macau. 

Orgulha-se do tio que tem o nome inscrito numa placa de rua em Macau - Rua Padre António Roliz . 

Com 24 anos de idade, começou a lutar boxe e orgulha-se em dizer que perdeu apenas uma luta, das 14 que participou numa carreira curta de cerca de três anos, quando tirou as luvas e abandonou o ringue.

Foi logo no sua primeiro combate; daí em diante, nunca mais perdeu. Lutei contra chineses, marinheiros americanos, soldados portugueses e judeus de Xangai.

Em Macau, lutou contra um soldado português de 142 libras e ele com 124 libras, nocateou o adversário no segundo round em apenas 12 segundos. 

Ao todo viveu 26 anos em Xangai, 30 anos em Macau e Hong Kong e 26 anos nos Estados Unidos, onde completou 80 anos este ano. 

Com orgulho, carrega na sua carteira um recorte de jornal, já desgastado, com sua fotografia, trajado de boxeador, e que noticiava seus feitos desta curta mas bem sucedida carreira.   

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Director: Carlos Morais José
 

--- Sociedade 17-10-2003 ---
Moda que ainda não pegou
Rir e lembrar em patuá
No centro do turismo
Aniversário em grande
Com quem sentiu
Selos espaciais





Casas de Macau dos EUA e Canadá em São Paulo

Rir e lembrar em patuá

No dia 12 de Outubro de 2003, uma comitiva com 43 pessoas composta por membros do Lusitano Club de Califórnia, incluindo nela, os presidentes das Casas de Macau dos Estados Unidos e de Vancouver, após a visita à Casa de Macau do Rio Janeiro realizada no domingo anterior, deslocou-se para São Paulo como última etapa do seu tour pelo Brasil. Foram recebidos com um cocktail na Sede da Casa de Macau de São Paulo, onde, após a visita às dependências, foi-lhes servido um almoço tendo como prato principal, uma feijoada típica brasileira.
Seguiu-se a uma programação cultural, iniciado com um discurso de saudação do presidente da Casa de Macau de São Paulo, Gilberto Quevedo da Silva, em português e inglês, destacando a importância da realização deste tipo de encontro entre as comunidades macaenses. Rigoberto Rosário Jr. cantou a canção Macau de sua autoria, para emoção do público presente, seguindo-se um diálogo em português e patuá com boa dose de humor, interpretado pelo casal Mariazinha e Francisco Madeira de Carvalho. O coral da Casa de Macau cantou canções em português, patuá, inglês e chinês.
Este evento teve a oportunidade de reunir 6 representantes de Casas/Clube macaenses. Vieram com a comitiva, Maria Cecília Roliz representando o Lusitano Club de Califórnia, Henrique Manhão presidente da Casa de Macau dos Estados Unidos, Miguel Oscar Roza presidente da Casa de Macau de Vancouver. Foi convidado para participar do evento, o presidente da Casa de Macau do Rio de Janeiro, Francisco Rodrigues. Para completar a lista, além do presidente da Casa de Macau de São Paulo, encontrava-se na festa, Fernando Airosa Branco, director financeiro da Casa de Macau de Portugal, antecipando-se à viagem que faria com a comitiva de Portugal em visita às Casas do Brasil, iniciando por São Paulo neste domingo do dia 19. Os seis dirigentes e representantes concordaram em juntar as mãos para o pose de uma foto, reza a história que muita disputada pelos fotógrafos presentes, simbolizando a necessária união e entendimento entre as comunidades macaenses do mundo.